quarta-feira, novembro 18, 2009

Amor

Como bom inicio desse tema colocarei o texto da 1ª carta escrita pelo apóstolo Paulo aos Coríntios:

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Numa versão ampliada teremos:

1 Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino.
2 Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada.
3 Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.
4 Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.
5 Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas.
6 Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo.
7 Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.
8 O amor é eterno. Existem mensagens espirituais, porém elas durarão pouco. Existe o dom de falar em línguas estranhas, mas acabará logo. Existe o conhecimento, mas também terminará.
9 Pois os nossos dons de conhecimento e as nossas mensagens espirituais são imperfeitos.
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é imperfeito desaparecerá.
11 Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Agora que sou adulto, parei de agir como criança.
12 O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus.
13 Portanto, agora existem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém a maior delas é o amor.

quinta-feira, setembro 04, 2008

Ausência

Comecei um projeto sem muita pretensão, vejam só no que deu: a última postagem nesse meu projeto foi em 2006, praticamente 2 anos sem nada a acrescentar.

Fico me perguntando o que me ocorreu durante estes 2 anos. Será que fiquei mais maduro depois de 2 anos ? A velocidade do tempo nem sempre está ligada ao nosso crescimento seja físico, social, psicológico ou cultural. Acredito ser a mesma pessoa e com as mesmas idéias.

No entanto é sabido e notório que meu relaxamento com esse blog ficou bem aquém do esperado, por isso não prometo brevidade, mas tentarei ser mais constante em minhas postagens.

Vou providenciar a continuação do tema abordado, tentando me recordar o fim que se destinava o assunto anterior, e a partir dele, continuar meus devaneios.

terça-feira, novembro 14, 2006

Aprendizado

Estamos vivendo num mundo muito interessante, onde o aprendizado tem sido uma constante, principalmente entre os seres humanos. Às vezes temos aprendido as mesmas lições diversas vezes. Às vezes a lição repetida por diversas vezes não é suficiente para que realmente aprendamos. E mesmo aprendendo, por vezes esquecemos.
Quando na nossa infância começamos a frequentar uma instituição escolar, acreditávamos que lá naquele estabelecimento era a "Escola", era tudo o que precisávamos saber naquele momento. Vivíamos num período de descobertas incontáveis. Começávamos naquele período da nossa vida a descobrir "coisas" e "situações" inimagináveis. Tínhamos no entanto, a maior obrigação de aprendermos aquilo que os professores ensinavam, com o objetivo de sermos bem avaliados após um determinado espaço de tempo.
Durante nossa vida escolar ocorre um intrigante processo de aprendizado, além do grupo de alunos que estão aprendendo, os professores também aprendem. Mas não apenas sobre os temas expostos, temas esses normalmente oriundos de um curriculo pré-elaborado. Aprendem uns com os outros sobre o comportamento humano.
Como entender o comportamento humano então ? Há nessa pergunta uma fragilidade justamente na sua essência: o comportamento humano. Seria possível criarmos parâmetros para avaliarmos o comportamento humano de forma conclusiva ? Existem métodos infalíveis que tornam possível a visualização do comportamento humano ? Podemos classificar o comportamento ? Nessa sequencia de perguntas poderíamos acrescentar um sem número de outras mais, e de que isso nos valeria se nós não atentarmos para o princípio dessas questões, que é justamente o ser humano.
O ser humano dotado de diversos instintos naturais pode compreender o mundo em que vive de forma mais fácil do que qualquer outro animal. Pois sendo este um ser sociável, consegue emprestar e tomar emprestado atitudes que venham a contribuir para o seu próprio comportamento, podemos chamar a isso como: aprendizado.
Estando num mundo globalizado como o nosso, estamos sujeitos a assimilar conhecimentos que não são necessários, úteis, valiosos, enfim. E cada um depende de si mesmo para julgar aquilo que deve ou não ser armazenado como um aprendizado. Em algum momento da nossa vida começamos então a classificar dentro de nós mesmos, o aprendizado.
Com o fato do julgamento interior de nosso aprendizado, muitas vezes ficamos à mercê de nossos sentimentos ou de nossas emoções, colocando em risco tudo o que outrora nos serviu de lição. Quando isso ocorre, há mudança então, de valores, de comportamento, desencadeando uma mudança significativa daquele ser humano.
Estando Jesus na terra, ensinou aos seus seguidores com diversas figuras de linguagens, como intuito de que cada um pudesse compreender aquilo que não é visível. E o maior ensino de Jesus é o amor. Parece ser tão simples e no entanto tão complexo.
Poderíamos nos estender um pouco mais sobre esse tema, mas quero poupar, afim de obter um melhor entendimento. Em se tratando de amor não podemos deixar de lado, esse é um fator muito importante no aprendizado, e por isso estaremos num próximo tópico abordando, mais sobre essa minha compreensão.

terça-feira, novembro 07, 2006

Inauguração

Sou conhecido pelo fato de falar muito, quero ampliar agora para a escrita também. Resolvi entrar no mundo dos Blogs já faz algum tempo mas, só hoje tive a coragem necessária para começar a escrever.

Durante a minha vida aprendi muita coisa, e com o passar inexoravel dos anos, estou cada vez mais convicto que tenho que aprender muita coisa ainda. Não sei se todo esse aprendizado vou poder utilizar em vida, contanto que eu possa contribuir para um mundo melhor, estarei por aqui tentando fazer a diferença para alguém, e eu quero fazer a diferença pra mim mesmo.

Costumo dizer que a pessoa com quem tenho maior dificuldade de convivência sou eu mesmo. Por isso estou aqui me atrevendo a escrever para que eu possa ser melhor, não por minha causa, e sim por causa das pessoas maravilhosas que me rodeiam.

O fato de eu querer ser aceito pelas pessoas me classifica como uma pessoa com uma baixa "auto-estima", mas não nego esse meu desequilibrio. Todas as pessoas são diferentes, não há duas pessoas iguais, e ambas são felizes por isso, acredito então que me serve de consolo ser inferior às pessoas que estão acima da média do comportamento humano. Faço aqui uma observação muito importante: confesso que eu não sei se existe uma média do comportamento humano. Caso exista uma média, com certeza não é mensurada por um estatístico.

Tenho algumas propostas para esse espaço, que me será muito útil, espero que possa ser compreendido pelos poucos leitores que por aqui navegarem, não com intuito de obter complacência e sim com a missão de evidenciar as diversas idéias e pensamentos que todos os dias me ocorrem. Talvez por falta de uma auto-afirmação eu não o tenha feito de forma verbal ainda.

Busco em Deus, razão da minha vida, respostas para o viver e proceder, e por muitas vezes tenho me colocado extremamente dependente da provisão divina. No entanto tenho que registrar que na maioria das vezes gosto de agir por conta própria, e quando espero não o faço com muita paciência.

Enfim, vamos acompanhar e verificarmos se haverá uma continuidade nos meus escritos, e se houver por quanto tempo conseguirei manter, e se por fim conseguir manter por algum tempo, como serão os escritos, se bons ou ruins, se lógicos ou ilógicos, se refletidos ou mal pensados, se bem redigidos ou mal redigidos. Estou navegando em mares nunca dantes navegado por mim.