terça-feira, novembro 14, 2006

Aprendizado

Estamos vivendo num mundo muito interessante, onde o aprendizado tem sido uma constante, principalmente entre os seres humanos. Às vezes temos aprendido as mesmas lições diversas vezes. Às vezes a lição repetida por diversas vezes não é suficiente para que realmente aprendamos. E mesmo aprendendo, por vezes esquecemos.
Quando na nossa infância começamos a frequentar uma instituição escolar, acreditávamos que lá naquele estabelecimento era a "Escola", era tudo o que precisávamos saber naquele momento. Vivíamos num período de descobertas incontáveis. Começávamos naquele período da nossa vida a descobrir "coisas" e "situações" inimagináveis. Tínhamos no entanto, a maior obrigação de aprendermos aquilo que os professores ensinavam, com o objetivo de sermos bem avaliados após um determinado espaço de tempo.
Durante nossa vida escolar ocorre um intrigante processo de aprendizado, além do grupo de alunos que estão aprendendo, os professores também aprendem. Mas não apenas sobre os temas expostos, temas esses normalmente oriundos de um curriculo pré-elaborado. Aprendem uns com os outros sobre o comportamento humano.
Como entender o comportamento humano então ? Há nessa pergunta uma fragilidade justamente na sua essência: o comportamento humano. Seria possível criarmos parâmetros para avaliarmos o comportamento humano de forma conclusiva ? Existem métodos infalíveis que tornam possível a visualização do comportamento humano ? Podemos classificar o comportamento ? Nessa sequencia de perguntas poderíamos acrescentar um sem número de outras mais, e de que isso nos valeria se nós não atentarmos para o princípio dessas questões, que é justamente o ser humano.
O ser humano dotado de diversos instintos naturais pode compreender o mundo em que vive de forma mais fácil do que qualquer outro animal. Pois sendo este um ser sociável, consegue emprestar e tomar emprestado atitudes que venham a contribuir para o seu próprio comportamento, podemos chamar a isso como: aprendizado.
Estando num mundo globalizado como o nosso, estamos sujeitos a assimilar conhecimentos que não são necessários, úteis, valiosos, enfim. E cada um depende de si mesmo para julgar aquilo que deve ou não ser armazenado como um aprendizado. Em algum momento da nossa vida começamos então a classificar dentro de nós mesmos, o aprendizado.
Com o fato do julgamento interior de nosso aprendizado, muitas vezes ficamos à mercê de nossos sentimentos ou de nossas emoções, colocando em risco tudo o que outrora nos serviu de lição. Quando isso ocorre, há mudança então, de valores, de comportamento, desencadeando uma mudança significativa daquele ser humano.
Estando Jesus na terra, ensinou aos seus seguidores com diversas figuras de linguagens, como intuito de que cada um pudesse compreender aquilo que não é visível. E o maior ensino de Jesus é o amor. Parece ser tão simples e no entanto tão complexo.
Poderíamos nos estender um pouco mais sobre esse tema, mas quero poupar, afim de obter um melhor entendimento. Em se tratando de amor não podemos deixar de lado, esse é um fator muito importante no aprendizado, e por isso estaremos num próximo tópico abordando, mais sobre essa minha compreensão.

terça-feira, novembro 07, 2006

Inauguração

Sou conhecido pelo fato de falar muito, quero ampliar agora para a escrita também. Resolvi entrar no mundo dos Blogs já faz algum tempo mas, só hoje tive a coragem necessária para começar a escrever.

Durante a minha vida aprendi muita coisa, e com o passar inexoravel dos anos, estou cada vez mais convicto que tenho que aprender muita coisa ainda. Não sei se todo esse aprendizado vou poder utilizar em vida, contanto que eu possa contribuir para um mundo melhor, estarei por aqui tentando fazer a diferença para alguém, e eu quero fazer a diferença pra mim mesmo.

Costumo dizer que a pessoa com quem tenho maior dificuldade de convivência sou eu mesmo. Por isso estou aqui me atrevendo a escrever para que eu possa ser melhor, não por minha causa, e sim por causa das pessoas maravilhosas que me rodeiam.

O fato de eu querer ser aceito pelas pessoas me classifica como uma pessoa com uma baixa "auto-estima", mas não nego esse meu desequilibrio. Todas as pessoas são diferentes, não há duas pessoas iguais, e ambas são felizes por isso, acredito então que me serve de consolo ser inferior às pessoas que estão acima da média do comportamento humano. Faço aqui uma observação muito importante: confesso que eu não sei se existe uma média do comportamento humano. Caso exista uma média, com certeza não é mensurada por um estatístico.

Tenho algumas propostas para esse espaço, que me será muito útil, espero que possa ser compreendido pelos poucos leitores que por aqui navegarem, não com intuito de obter complacência e sim com a missão de evidenciar as diversas idéias e pensamentos que todos os dias me ocorrem. Talvez por falta de uma auto-afirmação eu não o tenha feito de forma verbal ainda.

Busco em Deus, razão da minha vida, respostas para o viver e proceder, e por muitas vezes tenho me colocado extremamente dependente da provisão divina. No entanto tenho que registrar que na maioria das vezes gosto de agir por conta própria, e quando espero não o faço com muita paciência.

Enfim, vamos acompanhar e verificarmos se haverá uma continuidade nos meus escritos, e se houver por quanto tempo conseguirei manter, e se por fim conseguir manter por algum tempo, como serão os escritos, se bons ou ruins, se lógicos ou ilógicos, se refletidos ou mal pensados, se bem redigidos ou mal redigidos. Estou navegando em mares nunca dantes navegado por mim.